Quem sou eu? Simplesmente mais uma desvairada que tenta sobreviver nessa selva cheia de animais racionais que insistem em descobrir um modo de ser cada vez piores. Eu? Mais uma que carrega consigo a utopia de um dia entender o verdadeiro sentido dessa palavra presente em tudo o que há, mas que representa algo que ninguem pode ver, e parece tão relativo sentir. Algo que parece mover essa humanidade, mas se perder por alguns trocados. Algo que justifica os mais belos atos de bravura e solidariedade. Mas também os mais bárbaros atos de violência e egoísmo. Como pode tanta dicotomia caber numa palavra tão simples? Esses são apenas devaneios de mais um animal que insiste em fazer uso de sua condição de humano. A resposta? Talvez...Quem sabe um dia...Eu simplesmente descubra, ou simplesmente aprenda que esta é mais uma invenção dessa máquina fértil e produtiva: o ser humano.
Ah, eu já ia me esquecendo. De que mito eu trato? É o amor!
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