Sim, somos humanos. E ainda temos uma chance. Tantos são os filmes de ficção que fazem sucesso nos cinemas expondo a resposta mais clara para a inquietude que tanto nos perturba: como será o fim. Oras, é simples, derrubaremos nossa casa. Nossa sede de exercer até a última gota nosso privilégio de ser racional, nos brinda com uma incrível capacidade auto destrutiva. E assim sempre o será? Onde está a evolução, que não nos torna mais suscetíveis aquilo que nos pertence, do qual tanto dependemos, nossa casa - a Terra? Ou será que tal nível evolutivo surgirá quando não mais houver além de lembranças coloridas daquilo que já fomos? Como se explicar um mundo onde todos conhecem as origem do mal que assola nosso lar, mas ninguém consegue erguer o braço alto suficiente para impedir que esse mal se perpetue? Quando será? Como será? De onde virá a nossa redenção?
É...Me parece que este foi um dia um tanto inquietador...Mas, o que seria de nós, pobres sujeitos pensantes, se não fôssemos premiados com a inquietude? Que assim o seja...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Jeito irracional de ser humano
É sabido, seja a crença que for, que somos parte de um projeto maior, que inclui tudo o que é viva e nos circunda. Ou quiçá, tudo que ainda não se viu. A pergunta que se sobressai ao contemplar todo esse resto que nos circunda é: o que é afinal essa exclusivida característica de ser racional? Por que ao observar o mar de Angra dos Reis me sinto excitada ao perceber uma tartaruga que busca alimento e descanso? Isso não deveria ser uma obviedade? Por que esse sujeito que raciocina, raciocina justamente que e o senhor de toda a razão e portanto proprietário da morte? Morte de toda aquela mesma vida que o circunda e que viabiliza a vida desse ser tão altivo, baseado na sua racionalidade? Seria este um modo racional de proporcionar a si e demais companheiros de espécie um suicídio progressivo? Brilhante idéia mesma essa. Assim teremos oportunidade de vislumbrar cada aspecto de nossa mediocridade decorrente da incrível capacidade de ser racional. A menosprezível capacidade de ser humano.
sábado, 18 de junho de 2011
O amor
Que saber o que tanto me intriga? Esse tal cara, chamado amor. como pode, num mundo cujo sobrenome é descarte sobreviver um sentimento que se julga autosuficiente? que se julgar bastar para alimentar corpos e corações numa sociedade que oferece tanta variedade? que se julga durável num tempo onde tudo dura o tempo de um piscar de olhos?
Quem é esse, como é esse, de que é feito esse?
Divagações impotentes num universo paralelo onde a razão tem entrada proibida: o amor.
Quem é esse, como é esse, de que é feito esse?
Divagações impotentes num universo paralelo onde a razão tem entrada proibida: o amor.
Apresentação
Por muito tempo fui apenas um sujeito pensante. Um alguem que guardava em sua cabeça pulsante todas as palavras que produzia ao enxergar a vida cheia de vida em tudo o que ha. E todo aquele que pensa e produz o que pensa, produz demais. De repente meu arquivo começou ficar lotado. E os olhos de ver, a cabeça de pensar, passaram a ver e enxergar algo novo: não basta gerar e parir as palavras. é necessário levá-las ao seu destino, seja ele qual for. Essa é a idéia. Essa é a esperança. Mostrar que alguns rabiscos podem ser a melhor tradução de tudo o que minha cabeça pensante vê. E um alívio para o fardo que carrega todo aquele que comete o inocente equívoco de pensar...
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