quinta-feira, 21 de julho de 2011

A eterna primavera das esperanças

É fato que dia após dia vivemos um derramar de lágrimas e incessantes pedidos de descrença da raça humana.
Mas toda vez que temos uma manhã de inverno de um azul que quase nos diz alguma coisa. Quando observamos as árvores abrindo mão de tudo aquilo que conta sua história, à espera de novas historias para contar, me pergunto: por que não?
Por que não acreditar que ainda pode dar certo? Por que negar a continuidade dos dias, onde cada dia é um novo dia; e não importa o seu problema, o novo dia sempre começa.
Por que não lutar pelo que é bom? Num mundo tão grande certamente em algum lugar vão ouvir seu clamar. Nossas vozes hão de ecoar e ressurgir em forma de novos frutos, constituindo novas histórias, no novo amanhecer, de uma nova primavera.
Sempre existirão invernos, mas jamais podemos esquecer que eles sempre antecederam uma primavera.
E então pensei, por que não? Por que não viver uma primavera no meu dia de inverno, tendo em vista que tenho a certeza de sua chegada, ainda que não seja tão em breve.
Por que não recolher as folhas que ainda restam de uma história que ja se passou, mas com os olhos no novo que me será ofertado nessa grande roda que gira a todo o tempo, a vida?
Porque não usar os dias ensolarados e finalmente ouvir sua voz que sussurra atráves da brisa incessante que vem nos tocar: A VIDA SEGUE!!!!!!
Que assim seja.

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