Que saber o que tanto me intriga? Esse tal cara, chamado amor. como pode, num mundo cujo sobrenome é descarte sobreviver um sentimento que se julga autosuficiente? que se julgar bastar para alimentar corpos e corações numa sociedade que oferece tanta variedade? que se julga durável num tempo onde tudo dura o tempo de um piscar de olhos?
Quem é esse, como é esse, de que é feito esse?
Divagações impotentes num universo paralelo onde a razão tem entrada proibida: o amor.
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